
28 de outubro de 2025: necropolítica e o genocídio nas favelas do Rio de Janeiro.
A biopolítica se revela quando a morte é naturalizada como solução. Dizer “bandido bom é bandido morto” é aceitar que o poder escolha quem merece viver. Isso não é justiça — é necropolítica. Nossa colunista Thaís Santana traz na coluna de hoje um diálogo critico. Quando a morte do outro vira aplauso, o poder já venceu. A biopolítica transforma corpos em alvos e vidas em números. Resistir é afirmar que toda vida importa. E ainda há quem diga “eu fui da favela e venci”, o acesso é equânime?!
