
Formação Afrocentrada na Prática: Desafios no Setor Público
Atua no setor público? Inscreva-se (individual ou equipe) na nossa primeira formaçao do Letra presencial e confirme sua participação.

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Nosso projeto Diálogos pela Igualdade apareceu em reportagem do programa da TVE RS, nesse dia 15 de dezembro. Agradecemos a reportagem realizada pela jornalista Lisele Félix, trazendo um pouco sobre o nosso trabalho.

Nossa colunista Nathalia Ferreira divide conosco um breve olhar e números sobre a violência contra mulheres; e o feminismo como forma de luta e resistência a vida

Nossa colunista Rayssa Novaes traz na coluna de hoje uma reflexão a exclusão de grande parte da população em relação a nossa república!

Nossa colunista Suellen Andrews traz na coluna de hoje uma reflexão sobre flores e afeto!

Na coluna do Letra de hoje nossa colunista Rafaele Ribeiro dialoga sobre o impacto da má qualidade do atendimento aos homens negros e homens trans negro , levando em consideração a interseccionalidade que, com seus marcadores sociais, geram impactos ainda mais negativos para a sua saúde.

Na coluna do Letra de hoje, nossa colunista Trix faz sua estreia no Letra abordando um diálogo necessário sobre como os nossos corpos seguem sendo colonizados, e quem tem o direito de decidir sobre ele.

Na coluna do Letra de hoje, nossa colunista Anelise Silveira Cardoso nos traz uma reflexão sobre a educação quilombola como prática de resistência, ancestralidade e valorização dos saberes tradicionais, inspirada nas ideias de Nêgo Bispo sobre contracolonização e na importância do território como espaço de aprendizagem e vida comunitária.

Novembro Negro chegou, e negritude entra na moda, todo mundo quer falar sobre r@cismo, mas será que esse ano esse discurso vai mudar? Na coluna do Letra de hoje, nossa colunista Suellen Andrews traz essa reflexão.

A coluna do letra de hoje traz um texto em dupla da nossa colunista Rafaele Ribeiro e Carolina da Silva sobre a reflexão do impacto da decolonialidade no proceso saúde e doenção contida nos itans de Exu e Omolu. Essa reflexão vem a partir de uma disciplina ofertada no programa de mestrado. Ter uma disciplina com essa temática na academia nos enche de esperança de quebra de paradigmas e um atendimento equanime e integral que valorize todas as culturas.

Tivemos uma semana dura no Rio de Janeiro na última semana, emoções tomaram conta de toda uma população, de forma direta ou indireta. Na coluna do Letra de hoje, nossa colunista Milena Gabriele compartilha um pouco dos seus sentimentos, deixando a reflexão do que fica a partir de agora!

A biopolítica se revela quando a morte é naturalizada como solução. Dizer “bandido bom é bandido morto” é aceitar que o poder escolha quem merece viver. Isso não é justiça — é necropolítica. Nossa colunista Thaís Santana traz na coluna de hoje um diálogo critico. Quando a morte do outro vira aplauso, o poder já venceu. A biopolítica transforma corpos em alvos e vidas em números. Resistir é afirmar que toda vida importa. E ainda há quem diga “eu fui da favela e venci”, o acesso é equânime?!

“O que arde cura o que aperta segura! Ouvia da mãe que ouvia da tia. E sigo com meus mertiolate que não mais arde. Então troco por água de coco, couve, fígado, pra equilibrar, x1x1 de Sereia, sacolé, e umas Mimosas pra relaxar.” Quantos relatos de escre/sobre(vivências) precisaremos ler para tudo mudar? Nesse espírito, te convidamos a ler o texto de nossa prof e colunista do Letra, Mychelle Dantas.

Falamos muito sobre como a vida e cotidiano é muito duro para as pessoas negras que recebem diversas formas de racismo cotidiano. Porém pouco ainda encontra-se o relato de homens que mesmo passando por isso, buscam trazer novos futuros para os seus filhos através do exemplo. Com isso, convidamos você a vir a ler o texto de Lucas Maciel, sobre sua experiência ligada a paternidade e os desafios que ele enfrenta no cotidiano para isso.

Hoje nosso/a/e membro/a/e anônimo/a/e Esfinge compartilha conosco, de forma poética, o seu processo de processo de transformação, que muitas vezes é o nosso! Logo falamos aqui do nosso processo de resiliência e autoconhecimento para nossa adaptação nessa comunida tão cheia de paradigmas.

“A cada escolha, uma palpitação. O que haveria de errado? Como pode alguém ter duas sombras? Mas nos corredores do labirinto da fome, ela tinha sempre mais de uma.” Escre(viver) para (r)existir é que nos move. Por isso, te convidamos a ler esse texto da nossa membro e prof Aline de Moura Rodrigues.

A Frente Negra Brasileira nasceu em 16 de setembro de 1931, em São Paulo, para organizar a luta do povo negro por direitos, educação e dignidade, uma história potente que quase não aparece nos livros e pouco é narrada em espaços educativos. Vem conferir esse texto escrito pela Rafaele Ribeiro, para conhecer um pouco da história.

Sonham com uma pessoa negra no topo e nos dizem ser pessoas aliadas até que alguém padeça, exausta/o, diante de vocês. Quantas pessoas aliadas realmente sustentam o apoio quando não há um outdoor te parabenizando? Aos irmãos e irmãs negras, fica a nossa mensagem: a idade do sucesso será sempre a idade que você escolher! Na coluna de hoje, divulgamos o texto de escrevivência da nossa colunista Suellen Andrews. Vem conferir!

Somamos nossas vozes e clamor para a escolha de uma Ministra Negra para o STF. No texto de hoje, destacamos escrita de nossa fundadora e colunista do Instituto, Gabi Rabello, que escreveu carta não publicada em decisão anterior do presidente Lula, que no momento encontra-se somente com 1 ministra representante do STF mulher.

Na coluna do Letra de hoje, nossa colunista Suellen Andrews aborda um pouco sobre as repercussões do último show de Iza, ligando críticas que vão além do que se diz do profissional da cantora, mostrando que precisamos romper com a aprovação de quem critica mais no fim querem ter a coragem de ser quem somos.

Na coluna do Letra de hoje, nossa colunista My Dantas traz uma reflexão acerca do lugar do copo negro na sociedade, sobretudo de mulheres e quem dita o nosso lugar nos espaços!

Essa semana foi lançado o filme Malês, um longa muito esperado por muitos que esperam ver nossa história sendo contada para o mundo. Nossa colunista Rafaele Ribeiro nos traz a história dessa batalha tão importante e tão esquecida.

Na semana de Ibeji, no sincretismo Cosme Damião, nossa colunista Suellen Andrews faz uma relação entre a influência de Ibeji, através de seu itan sobre a importância da Lei 10.639/03 na educação básica.

Para finalizar o setembro amarelo, nossa colunista Rafaele Ribeiro traz um assunto tão invisibilisado, mas que vem causando tanto impacto na saúde na população de homens negros.

O estigma com relação à impotância da terapia, muitas vezes, afasta a população dessa prática de cuidado. Na coluna do Letra de hoje, nossa colunista Suellen Andrews compartilha conosco a sua vivência, evidenciando o quão importante é o cuidado com nossa saúde mental.

A nossa colunista Anelise Silveira Cardoso traz, hoje, uma reflexão sobre a dicotomia entre os que alcançam o sucesso e os que são marginalizados, ou à ideia de que a história é frequentemente contada pelos vencedores, omitindo ou invisibilizando a perspectiva dos vencidos.

Dia 21 de setembro celebra-se o Dia Nacional da Pessoa com Deficiência. Nesse contexto, nossa colunista Rafaele Ribeiro traz um diálogo sobre ser Pessoa Negra com Deficiência no Brasil.

Escreviver é um ato de se fazer lembrar de momentos que nos marcam durante a vida. Por isso, convidamos você a ler esse texto de nossa/e/o colega Esfinge, que a cada verso, nos lembra os bons motivos de ainda resistir.

A escala 6×1 não é só sobre trabalho: é sobre exploração, saúde mental negligenciada e um reflexo da escravidão moderna. A nossa colunista Suellen Andrews aborda a temátca nos lembrando que pessoas negras seguem sendo maioria nos setores mais afetados, com menos salário e mais jornadas exaustivas. É hora de lutar por #VidaAlémDoTrabalho e pelo direito ao descanso, ao bem-viver e à dignidade.

Na coluna do Letra de hoje a nossa colunista Isabella Vidal traz uma análise crítica da tese de doutorado de Sueli Carneiro. Análises críticas podem ser um importante instrumento de apoio na construção de conhecimento.

Falar sobre mudanças climáticas é uma agenda urgente para todas as pessoas. Por isso, a sociedade civil e as organizações precisam se mobilizar em torno do evento da COP30, para que não deixemos, mais uma vez, quem mais precisa para trás. Convidamos você a ler a explicação da nossa professora Thaís Santana, do Letra, que traz mais informações sobre esse evento.

A fé se revela em muitos gestos: nas orações diante da dor, nos rituais que fortalecem a comunidade e nas tradições que atravessam gerações. Ela é força que cura, caminho de esperança e herança de ancestralidade que mantém vivo o axé e a cultura do povo preto no Brasil. Nossa colunista Suellen Andrews traz, na coluna de hoje essa reflexão que reflete tanta riqueza cultural.

Nesse mês de processo seletivo, queremos lembrar e reconhecer que o voluntariado não é caridade, mas sim uma prática de transformação social. É saber que cada encontro, cada projeto e cada troca são formas de resistência diante das desigualdades que atravessam nossas vidas até hoje. Por isso, segue um dos relatos de experiência de nossas pessoas fundadoras, a Gabi, reforçando que todas as pessoas, independentes de seu curriculo, profissionalização e experiência são importantes para nós do Letra.

Em 4 de setembro de 1850, foi criada a Lei Eusébio de Queirós, que proibiu o tráfico de pessoas escravizadas da África para o Brasil.
Enttretanto a lei não significou liberdade. Milhões de pessoas continuaram escravizadas dentro do país até 1888. A coluna do letra do hoje vem relembra esse fato, e aproveita para reforçar algumas consequências que se perpetuam até os dias de hoje.
Lembrar dessa data é reconhecer a luta e a resistência do povo negro pela verdadeira liberdade.

O mê de agosto acabou, mas com ele tivemos diversas datas com grande conteúdo afrocentrado. A nossa colunista Suellen Andrews nos convida a relembra-las para que nossos heróis não sejam esquecidos.

Justiça climática também é justiça racial.
Povos negros e periféricos estão na linha de frente dos impactos da crise climática e, ao mesmo tempo, são protagonistas na luta por um futuro sustentável e justo. Na coluna do Letra de hoje, nossa colunista Thaís Santana aborda o conceito de justiça climática e os benefícios do letramento para a população negra.

Mulata(o), encardido(a), cabelo bombril, cor do pecado…
A coluna do Letra de hoje fala sobre os atravessamentos do racismo linguístico em nosso cotidiano e os impactos para quem sofre com esse tipo de violência.
Nossa colunista Thainá aborda um pouco esse tema, que faz parte de sua pesquisa.

A coluna do Letra de hoje fala sobre atravessamentos, nosso colunista Lucas traz de maneira brilhante o quanto somos invadidos pelos pensamentos e como podemos ser livres pra mudar o objeto!

A coluna do Letra de hoje traz uma breve resenha critica do artigo intitulado Aquilombar, Verbo Intransitivo: Experimentações Dialogadas entre Clóvis Moura e Beatriz Nascimento em Aquilombagem Crítica, pela nossa colunista e membro do Instituto Isabella Vidal de Almeida.

A coluna do Letra de hoje traz um breve relato da nossa colunista Aline de Moura Rodrigues sobre a arte da escrita como um processo de autoconhecimento e o desafio de ver a si!

Nem toda criança que parece madura está pronta. A adultização infantil retira o direito de viver a infância em sua plenitude . A coluna do Letra de hoje aborda um pouco desse conceito e os impactos dessa prática na vida das nossas crianças. É preciso olhar com cuidado e devolver o tempo de brincar.

Na coluna do Letra de hoje, trazemos uma apresentação especial sobre Omolu, o orixá da cura, guardião das passagens entre a vida e a morte. Conhecido por suas roupas de palha que cobrem as cicatrizes, Omolu nos ensina que da dor pode nascer força e que o silêncio também é caminho de sabedoria. Atotô Obaluayê!

Na coluna do Letra de hoje, temos a estréia da nossa colunista Thaís Santana que traz uma abordagem sensacional sobre a origem do Hip Hop e como é possível que essa expressão afroamericana pode se encaixar no currículo escolar misturando arte e ciências.

Na coluna do Letra de hoje, temos a estréia da nossa colunista Thaís Santana que traz uma abordagem sensacional sobre a origem do Hip Hop e como é possível que essa expressão afroamericana pode se encaixar no currículo escolar misturando arte e ciências.

Escre(viver) é falar sobre o amor em todas as suas formas… a coluna do Letra de hoje traz um lindo poema e uma escrevivência de nosso membro Esfinge, que fala sobre amor, pois porque deixar ir também é um ato de amar.

Na coluna do Letra essa semana nosso membro e pai Everton Salles, compartilha conosco um relato necessário sobre a sua visão da paternidade no lugar de pai e professor.

A coluna de hoje do Letra, nossa colunista Anelise Cardoso vem prestar nossa homenagem nossa querida Preta Gil ressaltando o legado de diversidade além da sua arte. Preta foi um marco na luta contra a corponormatividade.

Essa semana (03/08) comemoramos o dia da capoeira. Nascida nos quilombos e nas senzalas, a capoeira é um símbolo da luta do povo negro pela liberdade. Na coluna do Letra, nossa colunista Rafaele Ribeiro nos conta a história desse legado ancestral que com ritmo, corpo e ancestralidade, enfrentou a opressão, resistiu à criminalização e hoje é Patrimônio Cultural da Humanidade.
De Angola à Bahia, do berimbau ao jogo de corpo, a capoeira é memória viva da nossa história.

E para finalizar a série do Julho das Pretas do Letra, nossa colunista Rafaele Ribeiro traz uma reflexão acerca do amores e dissabores do significado de ser mulher preta no Brasil.

O mês de julho te convida à reflexão e a não deixar ninguém para trás. Te convidamos a ler o texto de Gabriela Rabello, fundadora e colunista, no nosso blog do Letra!

Um mês de julho para trazer nossas referências é ainda muito pouco, dado a tamanha importância que nossas patronas e matriarcas negras, intelectuais e fundadoras de uma intelectualidade e pensamento social brasileiro negro têm na construção de um Brasil mais justo, potente e comprometido com a dignidade e a memória do seu povo. No dia de hoje, convidamos você a ler o texto de Lise Silveira, no nosso blog do Letra!

No barro sagrado de Nanã, nasce a força das mulheres negras.
Neste 25 de julho, nossa colunista Rafaele Ribeiro celebra na nossa coluna a sabedoria ancestral, a resistência e o poder de quem molda o mundo com coragem e cuidado.

Continuando o contexto do Julho das Pretas, neste mês, reunimos homenagens a estas mulheres que fizeram e continuam fazendo história no contexto nacional. Na coluna extra dessa semama, nossa coluniista Viviane Alves, traz este especial e breve diálogo, aonde destacamos Jaqueline Goes, cientista negra que tem desafiado as estruturas do saber acadêmico e científico ao ocupar, com excelência, um lugar que historicamente nos foi negado.

Autora do documentário Ôrí (1989), poeta engajada e articuladora do Grupo André Rebouças e da Quinzena do Negro, Beatriz foi também precursora do feminismo negro no Brasil.
No Julho das Pretas, o Letra, através das palavras da nossa colunista Silene Felix
celebra-se sua trajetória revolucionária: uma mulher que insistiu em habitar a história, escreveu-a com “mãos negras”, e construiu saberes que desafiam o silêncio colonial, inspirando gerações a reconhecerem seu lugar de potência e ancestralidade no presente

Com orgulho e justiça histórica, em um mês tão simólico, o julho das pretas, Ana Maria Gonçalves é eleita para a Academia Brasileira de Letras. Autora de obras marcantes como Um defeito de cor, Ana Maria leva para a ABL a força da literatura negra brasileira, a memória ancestral e as vozes silenciadas da nossa história. Na coluna extra do Letra dessa semana, nossa colunista Ladylene Aparecida nos brinda com essa linda tragetória, que um passo gigante para a representatividade e a diversidade na cultura nacional.

Julho é mês de resistência, memória e luta das mulheres negras. Nesta coluna de hoje, homenageamos Petronilha Gonçalves e Silva, ícone do pensamento social brasileiro e do nosso movimento negro. Anelise Silveira Cardoso, nossa colunista do Letra, nos aborda o porque o trabalho de Petronilha nos inspira a construção de um Brasil antirracista e justo.

O mês de julho é um mês de resistência, memória e luta das mulheres negras!
De Dandara a Lélia, de Carolina a você: nossa existência é força, é saber, é revolução. Na coluna extra de hoje do Letra de hoje, nossa colunista Suellen Andrews nos conta o motivo que levou esse mês a ser uma referência para mulheres negras fazendo com que sigamos construindo um Brasil antirracista, feminista e com justiça social.
Porque nada sobre nós, sem nós.

Com muita honra fizemos parte das Organizações da sociedade civil que trouxeram propostas para o Plano Nacional de Educação Antirracista (2024-2034).

Amor e orgulho não têm cor, mas a luta pela igualdade sim. Na coluna do Letra essa semana, nossa colunista Rafaele Ribeiro nos convida a celebrar a diversidade e a resistência das pessoas negras e LGBTQIA+. Juntos somos mais fortes!

Nossa juventude é potência. Quem pensa o contrário corre o risco de desperdiçar talentos que só precisam de oportunidades e espaço para florescer/desenvolver ✊🏽✊🏾✊🏿.
Na coluna do Letra dessa semana, nossa colunista Ladylene Aparecida escreve texto sobre a apresentação de Yago Savalla, que estourou na rede vizinha, interpretando Ney Matogrosso. Somos muitos, somos um só grito. Somos uma legião.

O Dia dos Namorados é comemorado em 12 de junho, véspera do dia de Santo Antônio, conhecido como o “santo casamenteiro”. Essa data foi criada com fins comerciais em 1949 pelo publicitário João Doria, a pedido de uma loja em São Paulo que queria melhorar as vendas em junho, mês considerado fraco para o comércio.
A campanha deu certo, e o 12 de junho foi adotado nacionalmente como o Dia dos Namorados — com forte apelo comercial, mas também com laços culturais através da figura de Santo Antônio. Nesse contexto, esse dia também fala sobre amor e sobre solidão. Na coluna do Letra dessa semana, nossa colunista Rafaele Ribeiro, dialoga sobre a solidão da pessoa negra e como nosso povo está aprendendo a se amar a partir da perspectiva da fantástica bell hooks.

Mc não é bandido…. guarda-chuva não é fuzil… furadeira não é pistola… liberdade para o povo preto! Nossa colunista desta semana, Suellen Andrews retorna alguns outros relatos mostrando que o problema do racismo, sim é sistêmico.

É hora de questionar quem define o que é ‘lugar certo’ e por quê. Enquanto a narrativa dominante silencia vozes dissidentes, figuras como Marina Silva e MC Poze desafiam o status quo. Nossa colunista Rafaele Ribeiro traz essa coluna extra essa semana porque precisamos gritar!

Em meio ao caos que que fomos obrigados a presenciar essa semana, que mais uma vez expõe o racismo e sexismo ainda gritante na nossa sociedade, na coluna do Letra dessa semana, nossa colunista Analise Silveira Cardoso compartilha conosco o quanto a sociedade racista e misógina influenciou na sua saúde mental.

Celebrar o Dia da África no Brasil é lembrar da nossa ancestralidade, da nossa cultura e da nossa história. É uma oportunidade de refletir sobre a importância da diversidade e da inclusão, e de fortalecer os laços entre a África e o Brasil. Na coluna do Letra dessa semana, nossa colunista Mariana Aniceto Costa
nos conta qual o motivo dessa celebração e a sua importância para o nosso povo.

A abolição da escravatura foi um marco importante, mas não foi acompanhada de políticas de inclusão e reparação. O racismo e a discriminação continuam a afetar a vida dos negros brasileiros. Na coluna do Letra dessa semana, nossa colunista Rafaele Ribeiro discute sobre como de fato se deu o processo de abolição da escravatura no Brasil, e trás os verdadeiros heróis dessa história. É fundamental lembrar da luta e da resistência dos negros ao longo da história e continuar lutando pela igualdade e justiça social.

Na coluna do Letra essa semana, a nossa colunista Ladylene Silva faz uma reflexão muito importante sobre os desafios de ser mãe solo no Brasil, traz dados sobre a realidade enfrentada por elas e ainda compartilha experiências de outras pessoas na dificuldade que é a maternidade sem rede de apoio.

O impacto das leis trabalhistas na vida do povo negro atualmente no Brasil é significativo. Embora as leis trabalhistas brasileiras tenham avançado em muitos aspectos, ainda existem desafios para a população negra no mercado de trabalho. Na coluna do Letra essa semana, a nossa colunista Suellen Andrews nos convida refletir sobre os avanços das leis trabalhistas no Brasil e o seu impacto na vida da população negra.

Na coluna do Letra essa semana, a nossa colunista Rafaele Ribeiro nos convida refletir sobre a história e importância do movimento negro no Brasil, desde a resistência dos escravizados até os dias atuais. Mostra como os negros lutaram por liberdade, igualdade e reconhecimento, destacando figuras como Zumbi dos Palmares e organizações como o Movimento Negro Unificado e o Instituto Letra Preta.

O livro um defeito de cor é um dos mais importantes para entender a real história do Brasil, revoltas, abusos, abolicionismo, em meio a um romance.
Na coluna do Letra essa semana, a nossa colunista Suellen no convida a conhecer Ana Maria Gonçalves, a escritora do livro e entenda o
“Defeito de Cor” onde a perfeição era ser branco.

A saúde da população negra é um direito fundamental que deve ser respeitado e protegido, entretanto a população negra esta entre os piores marcadores sociais relacionados à saúde. Na coluna do Letra dessa semana a nossa colunista Rafaele Ribeiro, dialoga acerca como está a situação de saúde desse estrato populacional, e que medidas podemos tomar para que os direitos sejam alcançados.

O Jongo é uma expressão cultural afro-brasileira que combina música, dança e percussão. Originário da África, o Jongo foi trazido para o Brasil pelos escravos e se desenvolveu principalmente no estado do Rio de Janeiro. É uma manifestação cultural rica e vibrante que expressa a resistência, a luta e a alegria do povo negro. Na coluna do Letra dessa semana a nossa colunista Suellen Andrews, nos apresenta um pouco da história do Jongo, que é patrimônio imaterial do sudeste do Brasil.

A comida é uma linguagem universal que transcende fronteiras e gerações. Para as pessoas negras, a culinária é mais do que apenas uma forma de nutrição; é uma conexão profunda com suas raízes, sua cultura e sua história. A cozinha afro-brasileira, com seus sabores e aromas intensos, é um reflexo da resistência e da resiliência dos ancestrais africanos, que trouxeram consigo suas tradições culinárias e as adaptaram ao contexto brasileiro. Ao compartilhar uma refeição, as pessoas negras reafirmam sua identidade, sua comunidade e sua conexão com o passado, presente e futuro. Na coluna do Letra dessa semana a nossa colunista Suellen Andrews, dialoga conosco sobre a influência da culinária para nosso povo negro e como ela se torna um ato de resistência.

Aqui no Letra, entendemos que falar de carnaval é falar sobre cultura preta. Porém, o protagonismo das pessoas representantes de escolas e enredos não podemos dizer o o mesmo. Venha conferir o texto escrito por nossa colunista Suellen , para saber um pouco mais sobre a obra de hooks.

Aqui no Letra, nosso retorno de 2025 veio com o nosso clube do livro com bell hooks nos “Ensinando a Trasngredir”. Venha conferir o texto escrito por nossa colunista Rafaele Ribeiro, para saber um pouco mais sobre a obra de hooks.

Aqui no Letra, verão, volta às aulas, carnaval e férias nos faz lembrar de quem pode usufruir e também quem resta no corre. Te convidamos a ler esse texto elaborado pela nossa escritora do Letra, Viviane Alves.

Aqui no letra, escreviver também é um ato político. Após discurso de Trump proferido na manhã de ontem, te convidamos a ler esse texto elaborado pela nossa escritora do Letra, Rafaele Ribeiro.

Aqui no letra, escreviver também é um ato de relembrar o passado e trazer para o futuro pontos que precisamos trabalhar entre todes. Por isso, nós te convidamos a ler esse texto elaborado pela nossa escritora do Letra, Viviane Alves

Créditos: Foto pública, retirada de Nappy. A temida redação do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) – uma das etapas para obtenção da nota que

O Colégio Estadual Euclydes da Cunha, localizado no estado do Rio de Janeiro, é um espaço de aprendizado que desempenha um papel fundamental na formação

Aqui no letra, escreviver também é um ato de amor. Por isso, nós te convidamos a ler esse texto elaborado pela nossa membro do Letra, Suyane Lopes.

Aqui no letra, escreviver também é um ato de amor. Por isso, nós te convidamos a ler esse texto elaborado pela nossa fundadora e membro do Letra, Gabi Rabello.

Aqui no letra, escreviver também é um ato educativo. Por isso, nós te convidamos a ler esse texto produzido pela nossa membro Suyane Lopes

Aqui no letra, escreviver também é um ato educativo. Por isso, nós te convidamos a ler essa prosa elaborada pelo nosso membro e podcaster Lucas Maciel.

Você já parou para pensar nas transformações e benefícios pessoais e comunitários de participar de projetos sociais? Até que ponto você deixa afetar-se e se conectar com outras vidas. Venha ler o relato de (escre)vivência de nossa prof. Mychelle.

Elza Gomes da Silva, passa a se chamar Elza Soares!
Sua história de vida não é diferente da vida de milhares de mulheres negras deste país, que sem merecer são marginalizadas pela sociedade.
Aqui no letra, escreviver também é um ato educativo. Por isso, convidamos você a ler essa segunda crônica, feita por nossa escritora e membro do time, Ladylene.

Aqui no letra, escreviver também é um ato educativo. Por isso, propomos uma primeira crônica de nossa escritora e membro do time, Ladylene.

Precisamos construir ações a médio e longo prazo para ajudar às pessoas atingidas pela tragédia no Rio Grande do Sul.

O impacto negativo da falta de representatividade percorre o processo de amadurecimento e muitas vezes resulta em consequências como insegurança, baixa autoestima, sentimento de incapacidade e vários outros. Um trauma na vida adulta quase sempre está relacionado com questões da infância, se você fizer uma breve visita ao seu passado, provavelmente poderá entender.

Em comemoração à esse mês, trouxemos indicações de obras protagonizadas por mulheres negras que retratam os percalços e as lutas diárias dessa longa caminhada, repleta de desafios e conquistas.
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