Resultados para Category: Representatividade Cultural

Tereza de Benguela, Jaqueline Goes e a potência estratégica da mulher negra brasileira!

Continuando o contexto do Julho das Pretas, neste mês, reunimos homenagens a estas mulheres que fizeram e continuam fazendo história no contexto nacional. Na coluna extra dessa semama, nossa coluniista Viviane Alves, traz este especial e breve diálogo, aonde destacamos Jaqueline Goes, cientista negra que tem desafiado as estruturas do saber acadêmico e científico ao ocupar, com excelência, um lugar que historicamente nos foi negado.

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Beatriz Nascimento: Presente! Somos Atlânticas, somos Ngola Djanga

Autora do documentário Ôrí (1989), poeta engajada e articuladora do Grupo André Rebouças e da Quinzena do Negro, Beatriz foi também precursora do feminismo negro no Brasil.
No Julho das Pretas, o Letra, através das palavras da nossa colunista Silene Felix
celebra-se sua trajetória revolucionária: uma mulher que insistiu em habitar a história, escreveu-a com “mãos negras”, e construiu saberes que desafiam o silêncio colonial, inspirando gerações a reconhecerem seu lugar de potência e ancestralidade no presente

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A palavra é cor: Ana Maria Gonçalves e o grito negro que ecoa na ABL

Com orgulho e justiça histórica, em um mês tão simólico, o julho das pretas, Ana Maria Gonçalves é eleita para a Academia Brasileira de Letras. Autora de obras marcantes como Um defeito de cor, Ana Maria leva para a ABL a força da literatura negra brasileira, a memória ancestral e as vozes silenciadas da nossa história. Na coluna extra do Letra dessa semana, nossa colunista Ladylene Aparecida nos brinda com essa linda tragetória, que um passo gigante para a representatividade e a diversidade na cultura nacional.

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O Letra celebra e reconhece organizações nesse Julho das Pretas 2025

O mês de julho é um mês de resistência, memória e luta das mulheres negras!
De Dandara a Lélia, de Carolina a você: nossa existência é força, é saber, é revolução. Na coluna extra de hoje do Letra de hoje, nossa colunista Suellen Andrews nos conta o motivo que levou esse mês a ser uma referência para mulheres negras fazendo com que sigamos construindo um Brasil antirracista, feminista e com justiça social.
Porque nada sobre nós, sem nós.

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Crônica – Homem com H

Nossa juventude é potência. Quem pensa o contrário corre o risco de desperdiçar talentos que só precisam de oportunidades e espaço para florescer/desenvolver ✊🏽✊🏾✊🏿.

Na coluna do Letra dessa semana, nossa colunista Ladylene Aparecida escreve texto sobre a apresentação de Yago Savalla, que estourou na rede vizinha, interpretando Ney Matogrosso. Somos muitos, somos um só grito. Somos uma legião.

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Amor, afeto e solidão negra

O Dia dos Namorados é comemorado em 12 de junho, véspera do dia de Santo Antônio, conhecido como o “santo casamenteiro”. Essa data foi criada com fins comerciais em 1949 pelo publicitário João Doria, a pedido de uma loja em São Paulo que queria melhorar as vendas em junho, mês considerado fraco para o comércio.
A campanha deu certo, e o 12 de junho foi adotado nacionalmente como o Dia dos Namorados — com forte apelo comercial, mas também com laços culturais através da figura de Santo Antônio. Nesse contexto, esse dia também fala sobre amor e sobre solidão. Na coluna do Letra dessa semana, nossa colunista Rafaele Ribeiro, dialoga sobre a solidão da pessoa negra e como nosso povo está aprendendo a se amar a partir da perspectiva da fantástica bell hooks.

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