
Violência contra mulheres : Enquanto estivermos nas estatísticas, Haverá luta!
Nossa colunista Nathalia Ferreira divide conosco um breve olhar e números sobre a violência contra mulheres; e o feminismo como forma de luta e resistência a vida

Nossa colunista Nathalia Ferreira divide conosco um breve olhar e números sobre a violência contra mulheres; e o feminismo como forma de luta e resistência a vida

Nossa colunista Rayssa Novaes traz na coluna de hoje uma reflexão a exclusão de grande parte da população em relação a nossa república!

Na coluna do Letra de hoje nossa colunista Rafaele Ribeiro dialoga sobre o impacto da má qualidade do atendimento aos homens negros e homens trans negro , levando em consideração a interseccionalidade que, com seus marcadores sociais, geram impactos ainda mais negativos para a sua saúde.

Na coluna do Letra de hoje, nossa colunista Trix faz sua estreia no Letra abordando um diálogo necessário sobre como os nossos corpos seguem sendo colonizados, e quem tem o direito de decidir sobre ele.

Na coluna do Letra de hoje, nossa colunista Anelise Silveira Cardoso nos traz uma reflexão sobre a educação quilombola como prática de resistência, ancestralidade e valorização dos saberes tradicionais, inspirada nas ideias de Nêgo Bispo sobre contracolonização e na importância do território como espaço de aprendizagem e vida comunitária.

Novembro Negro chegou, e negritude entra na moda, todo mundo quer falar sobre r@cismo, mas será que esse ano esse discurso vai mudar? Na coluna do Letra de hoje, nossa colunista Suellen Andrews traz essa reflexão.

A coluna do letra de hoje traz um texto em dupla da nossa colunista Rafaele Ribeiro e Carolina da Silva sobre a reflexão do impacto da decolonialidade no proceso saúde e doenção contida nos itans de Exu e Omolu. Essa reflexão vem a partir de uma disciplina ofertada no programa de mestrado. Ter uma disciplina com essa temática na academia nos enche de esperança de quebra de paradigmas e um atendimento equanime e integral que valorize todas as culturas.

Tivemos uma semana dura no Rio de Janeiro na última semana, emoções tomaram conta de toda uma população, de forma direta ou indireta. Na coluna do Letra de hoje, nossa colunista Milena Gabriele compartilha um pouco dos seus sentimentos, deixando a reflexão do que fica a partir de agora!

A biopolítica se revela quando a morte é naturalizada como solução. Dizer “bandido bom é bandido morto” é aceitar que o poder escolha quem merece viver. Isso não é justiça — é necropolítica. Nossa colunista Thaís Santana traz na coluna de hoje um diálogo critico. Quando a morte do outro vira aplauso, o poder já venceu. A biopolítica transforma corpos em alvos e vidas em números. Resistir é afirmar que toda vida importa. E ainda há quem diga “eu fui da favela e venci”, o acesso é equânime?!

“O que arde cura o que aperta segura! Ouvia da mãe que ouvia da tia. E sigo com meus mertiolate que não mais arde. Então troco por água de coco, couve, fígado, pra equilibrar, x1x1 de Sereia, sacolé, e umas Mimosas pra relaxar.” Quantos relatos de escre/sobre(vivências) precisaremos ler para tudo mudar? Nesse espírito, te convidamos a ler o texto de nossa prof e colunista do Letra, Mychelle Dantas.
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