Resultados para Category: Autores e Autoras Negras

Ser mulher preta no Brasil

E para finalizar a série do Julho das Pretas do Letra, nossa colunista Rafaele Ribeiro traz uma reflexão acerca do amores e dissabores do significado de ser mulher preta no Brasil.

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Conceição Evaristo: a menina que escreveu seu destino com a tinta da ancestralidade

Um mês de julho para trazer nossas referências é ainda muito pouco, dado a tamanha importância que nossas patronas e matriarcas negras, intelectuais e fundadoras de uma intelectualidade e pensamento social brasileiro negro têm na construção de um Brasil mais justo, potente e comprometido com a dignidade e a memória do seu povo. No dia de hoje, convidamos você a ler o texto de Lise Silveira, no nosso blog do Letra!

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Tereza de Benguela, Jaqueline Goes e a potência estratégica da mulher negra brasileira!

Continuando o contexto do Julho das Pretas, neste mês, reunimos homenagens a estas mulheres que fizeram e continuam fazendo história no contexto nacional. Na coluna extra dessa semama, nossa coluniista Viviane Alves, traz este especial e breve diálogo, aonde destacamos Jaqueline Goes, cientista negra que tem desafiado as estruturas do saber acadêmico e científico ao ocupar, com excelência, um lugar que historicamente nos foi negado.

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Beatriz Nascimento: Presente! Somos Atlânticas, somos Ngola Djanga

Autora do documentário Ôrí (1989), poeta engajada e articuladora do Grupo André Rebouças e da Quinzena do Negro, Beatriz foi também precursora do feminismo negro no Brasil.
No Julho das Pretas, o Letra, através das palavras da nossa colunista Silene Felix
celebra-se sua trajetória revolucionária: uma mulher que insistiu em habitar a história, escreveu-a com “mãos negras”, e construiu saberes que desafiam o silêncio colonial, inspirando gerações a reconhecerem seu lugar de potência e ancestralidade no presente

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A palavra é cor: Ana Maria Gonçalves e o grito negro que ecoa na ABL

Com orgulho e justiça histórica, em um mês tão simólico, o julho das pretas, Ana Maria Gonçalves é eleita para a Academia Brasileira de Letras. Autora de obras marcantes como Um defeito de cor, Ana Maria leva para a ABL a força da literatura negra brasileira, a memória ancestral e as vozes silenciadas da nossa história. Na coluna extra do Letra dessa semana, nossa colunista Ladylene Aparecida nos brinda com essa linda tragetória, que um passo gigante para a representatividade e a diversidade na cultura nacional.

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Amor, afeto e solidão negra

O Dia dos Namorados é comemorado em 12 de junho, véspera do dia de Santo Antônio, conhecido como o “santo casamenteiro”. Essa data foi criada com fins comerciais em 1949 pelo publicitário João Doria, a pedido de uma loja em São Paulo que queria melhorar as vendas em junho, mês considerado fraco para o comércio.
A campanha deu certo, e o 12 de junho foi adotado nacionalmente como o Dia dos Namorados — com forte apelo comercial, mas também com laços culturais através da figura de Santo Antônio. Nesse contexto, esse dia também fala sobre amor e sobre solidão. Na coluna do Letra dessa semana, nossa colunista Rafaele Ribeiro, dialoga sobre a solidão da pessoa negra e como nosso povo está aprendendo a se amar a partir da perspectiva da fantástica bell hooks.

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